Central de
Ajuda
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Situações de Urgência - O que fazer agora
Perigo imediato à vida (ideias suicidas com plano, autoagressão em curso, violência acontecendo, overdose, surto agudo, etc.):
SAMU: 192
Polícia Militar (quando necessário): 190
Bombeiros (acidentes/incêndios): 193
Escuta emocional 24h no Brasil:
CVV – 188 (ligação gratuita de qualquer telefone). Chat e e-mail em: cvv.org.br
Quando é hora de procurar ajuda profissional?
Procure um(a) psicólogo(a) e/ou psiquiatra quando perceber, por exemplo:
Tristeza, ansiedade, irritação ou insônia persistentes (semanas).
Crises de pânico, pensamentos invasivos, uso abusivo de substâncias.
Ideias de autoagressão ou desesperança (“não vejo saída”).
Luto difícil, separação, violência, burnout/trabalho afetando sua saúde.
Dificuldade funcional: não consegue estudar/trabalhar/realizar tarefas básicas.
Regra de bolso: se está atrapalhando sua vida, já é motivo suficiente para buscar cuidado.
Onde encontrar atendimento psicológico/psiquiátrico
Brasil (público e gratuito ou baixo custo)
SUS (Unidades Básicas de Saúde – UBS): peça encaminhamento para psicologia/psiquiatria ou para o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) da sua região.
CAPS: atendimento especializado em saúde mental (álcool e outras drogas, transtornos graves, crise). Informe-se com a Secretaria Municipal de Saúde.
Universidades: clínicas-escola de psicologia/psiquiatria costumam oferecer plantões e psicoterapia com valores sociais. Busque pelas instituições da sua cidade.
Brasil (particular/online)
Cadastro e-Psi (CFP): diretório de psicólogas(os) habilitados para atendimento online.
Conselhos Regionais de Psicologia (CRP): verifique profissionais regularmente inscritos no seu estado.
Plataformas de agendamento (ex.: marketplaces de saúde) e planos de saúde: muitos oferecem teleconsulta e filtros por especialidade/valores.
Psiquiatras: procure por associações médicas estaduais e hospitais de referência para diretórios atualizados.
Dica prática: ao contatar um(a) profissional, pergunte sobre disponibilidade, valores, modalidade (online/presencial), abordagem (ex.: TCC, psicodinâmica) e política de cancelamento. Se custo for barreira, mencione; muitos profissionais têm vagas sociais.
Fora do Brasil
Busque linhas nacionais de apoio e diretórios de profissionais na sua região (Ministério da Saúde local, associações profissionais, universidades).
Plataformas globais costumam indicar serviços e helplines por país.
Não se cale!
Violência, abuso e outras urgências sociais
Mulheres em situação de violência: Ligue 180 (orientação e encaminhamento).
Crianças/adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência em risco: Disque 100 (Direitos Humanos).
Ameaça imediata: acione 190 (Polícia).
Acolhimento local: procure a Delegacia Especializada, CREAS/CRAS ou rede de proteção social do seu município.
Comece já.
Primeiros passos de autocuidado (não substituem terapia)
Use como apoio imediato até conseguir atendimento profissional.
Plano de segurança pessoal (5 min):
Escreva sinais de alerta (o que acontece antes de piorar).
Liste 3 estratégias rápidas que costumam aliviar (respirar, sair do ambiente, banho morno, caminhar).
Anote 3 pessoas para contatar (amigos/família), com telefone.
Deixe à mão telefones de emergência (188/192/190).
Remova/afaste objetos que aumentem risco.
Exercício 5-4-3-2-1 (grounding): observe 5 coisas que vê, 4 que sente ao toque, 3 que ouve, 2 que cheira, 1 que saboreia. Ajuda a reduzir picos de ansiedade.
Respiração 4-7-8: inspire 4s, segure 7s, solte 8s. Repita 4 vezes.
Regra 3×3 essenciais: dormir, comer, hidratar. Se necessário, alarme para lembrar.
Diário breve (10 min): escreva sem editar: “o que estou sentindo?”, “o que está sob meu controle hoje?”.
Higiene digital: reduza rolagem infinita, ative não perturbe por 30–60 min, escolha uma atividade pequena e possível.
Se em qualquer momento os sintomas piorarem ou houver risco, interrompa e procure ajuda profissional ou emergência.